Este vídeo é de 1994, quando Leonel Brizola ganhou na justiça o direito de resposta no Jornal Nacional, contra acusações proferidas contra ele pela Rede Globo, que o havia chamado de senil.
É sensacional ver o Cid Moreira lendo um texto que esculacha as organizações Globo em pleno horário nobre.
Leonel Brizola travou diversas brigas com a Rede Globo, mas a disputa se acirrou após as eleições para o Governo do Rio em 1982, quando ocorreu o escândalo da Proconsult.
Brizola dizia que era perseguido pela emissora, e que a mesma era uma empresa manipuladora, contra os interesses do povo entre outras coisas... Assista !
sábado, 12 de julho de 2008
Pato Donald anti-nazista
O vídeo é de 1942, da propaganda neo-liberal dos Estados Unidos contra no nazi-fascismo alemão.
O filme foi vetado após 1945 pois já não era mais necessário falar de guerra.
É interessante ver como a indústria de entrenimento também se engajou no combate, mesmo com desenhos infantis.
O filme foi vetado após 1945 pois já não era mais necessário falar de guerra.
É interessante ver como a indústria de entrenimento também se engajou no combate, mesmo com desenhos infantis.
A parabólica do Ricúpero
Recordar é viver...
No ano eleitoral de 1994, o então ministro da fazenda Rubens Ricúpero daria uma entrevista ao jornalista Carlos Monforte da Rede Globo, porém antes de começar a gravação eles travam um bate papo informal e bem humorado, com o ministro muito "solto" e com a lingua afiada ...
O que eles não contavam, é que enquanto a equipe técnica fazia a sincronia do sinal, algumas pessoas com antena parabólica captaram o sinal por UHF e todo o bate papo foi pro ar.
O desfecho da situação foi apenas a demissão do ministro da fazenda. A campanha de FHC não teve maiores problemas, o Brasil estava empolgado com o Plano Real, e a população estava disposta a eleger o candidato que daria continuidade ao plano econômico.
Imperdível.
Parte 1
Parte 2
No ano eleitoral de 1994, o então ministro da fazenda Rubens Ricúpero daria uma entrevista ao jornalista Carlos Monforte da Rede Globo, porém antes de começar a gravação eles travam um bate papo informal e bem humorado, com o ministro muito "solto" e com a lingua afiada ...
O que eles não contavam, é que enquanto a equipe técnica fazia a sincronia do sinal, algumas pessoas com antena parabólica captaram o sinal por UHF e todo o bate papo foi pro ar.
O desfecho da situação foi apenas a demissão do ministro da fazenda. A campanha de FHC não teve maiores problemas, o Brasil estava empolgado com o Plano Real, e a população estava disposta a eleger o candidato que daria continuidade ao plano econômico.
Imperdível.
Parte 1
Parte 2
MinC vai propor mudanças na Lei Rouanet
O Ministério da Cultura (MinC) irá propor, dentro de 15 dias, um pacote de alterações na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), visando melhorar seus mecanismos para que haja melhor distribuição de recursos e investimentos.
A Lei de nº 8.313/91, Lei Rouanet, criada em 1991 na gestão do ministro Sergio Paulo Rouanet, permite que empresas e pessoas físicas financiem projetos culturais, deduzindo até 100% do valor investido no imposto de renda.
As propostas de alteração na Lei que serão apresentadas visam distribuir melhor os recursos, e diminuir a desigualdade de investimento entre regiões, e entre pequenos e grandes espetáculos.
Para Alfredo Manevy, secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, a maioria das empresas prefere investir no eixo Rio–São Paulo, e em espetáculos de artistas consagrados, pois conseguem maior retorno em visibilidade e em publicidade, e passam à imagem de empresas ligadas a cultura, deixando de lado pequenos produtores culturais de outras regiões do país.
Um exemplo disso é o espetáculo “Saltimbancos” do Cirque du Soleil, que com seus ingressos variando entre R$ 130 e R$ 400, e com alto apelo de venda junto ao publico, recebeu R$ 9,4 milhões em incentivos que foram deduzidos dos impostos dos patrocinadores, enquanto companhias circenses do interior do Brasil estão a beira da falência.
Manevy estima que a Lei Rouanet girou R$ 1 bilhão em 2007, e desse valor, cerca de 80% está concentrado na região sudeste.. Outro dado levantado é que 7% do PIB brasileiro vêm de manifestações culturais de todo tipo, como festas, shows, e eventos culturais.
A criação de um fundo para investimento também faz parte da proposta, e permitirá ao MinC ter melhores condições de investir em áreas carentes e estabelecer parcerias com a área privada na proporção que achar justa, gerindo os recursos com critérios predefinidos para cada área, como dança, teatro, cinema etc.
Matéria publicada em:
http://vermelho.org.br/emergencia/maio/1405_leirouanet.asp
http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=69451
A Lei de nº 8.313/91, Lei Rouanet, criada em 1991 na gestão do ministro Sergio Paulo Rouanet, permite que empresas e pessoas físicas financiem projetos culturais, deduzindo até 100% do valor investido no imposto de renda.
As propostas de alteração na Lei que serão apresentadas visam distribuir melhor os recursos, e diminuir a desigualdade de investimento entre regiões, e entre pequenos e grandes espetáculos.
Para Alfredo Manevy, secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, a maioria das empresas prefere investir no eixo Rio–São Paulo, e em espetáculos de artistas consagrados, pois conseguem maior retorno em visibilidade e em publicidade, e passam à imagem de empresas ligadas a cultura, deixando de lado pequenos produtores culturais de outras regiões do país.
Um exemplo disso é o espetáculo “Saltimbancos” do Cirque du Soleil, que com seus ingressos variando entre R$ 130 e R$ 400, e com alto apelo de venda junto ao publico, recebeu R$ 9,4 milhões em incentivos que foram deduzidos dos impostos dos patrocinadores, enquanto companhias circenses do interior do Brasil estão a beira da falência.
Manevy estima que a Lei Rouanet girou R$ 1 bilhão em 2007, e desse valor, cerca de 80% está concentrado na região sudeste.. Outro dado levantado é que 7% do PIB brasileiro vêm de manifestações culturais de todo tipo, como festas, shows, e eventos culturais.
A criação de um fundo para investimento também faz parte da proposta, e permitirá ao MinC ter melhores condições de investir em áreas carentes e estabelecer parcerias com a área privada na proporção que achar justa, gerindo os recursos com critérios predefinidos para cada área, como dança, teatro, cinema etc.
Matéria publicada em:
http://vermelho.org.br/emergencia/maio/1405_leirouanet.asp
http://www.adnews.com.br/cultura.php?id=69451
Para Frederico Bussinger, caminhões não são vilões do trânsito
Ex-secretário de transportes diz que não existe solução de engenharia para o trânsito, e que restringir trabalho de caminhões só prejudicaria a cidade.
"Do ponto de vista da engenharia e da arquitetura, não há muito o que se possa fazer para melhorar o trânsito, enquanto motos forem vendidas por prestações menores que a taxa de vale-transporte, e os carros tiverem prestações inferiores ao salário mínimo". Foi assim que Bussinger começou sua explanação, na entrevista coletiva dada aos estudantes do projeto repórter do futuro, na redação da Oboré, no último sábado (26).
O trânsito, apontado pelos estudantes como maior problema da cidade de São Paulo, tende a piorar a cada dia que passa. Com o aumento do crédito e a facilidade de pagamentos em longo prazo, cerca de mil carros novos entram em circulação nas ruas da cidade a cada mês, causando recordes de congestionamento, poluição e perda de qualidade de vida da população.
Além do aumento dos carros, o fluxo de caminhões que passa pela cidade também é um fator decisivo para o problema, porém não são os caminhões que estão na cidade para o abastecimento, transporte e serviços locais os maiores vilões, o problema maior são os veículos que cruzam a cidade apenas de passagem, vindo de outras cidades ou estados, com destinos que não sejam São Paulo.
Bussinger criticou a medida ventilada pelo prefeito Kassab, de proibir a circulação de caminhões na cidade durante o dia, pois tal medida prejudicaria o abastecimento e o desenvolvimento, o que poderia gerar diversos problemas, desde o aumento de preços de produtos transportados até o aumento do roubo de cargas, já que a circulação ocorreria apenas nas madrugadas. Os caminhões que circulam em São Paulo correspondem a apenas 3% do total da frota de veículos, contra 75% dos automóveis. Outra ressalva, é que se a restrição for aprovada, seria necessário fazer algumas exceções à regra, o que poderia acarretar em muitas exceções e a lei pode acabar não funcionando como planejada.
As sugestões apontadas para melhoria do trânsito são as mesmas que os paulistanos estão cansados de saber; melhorar o transporte coletivo, ampliação do Metrô, e criação de mais corredores de ônibus. Com mais corredores, a frota pode circular com mais velocidade, fazer maior número de viagens e atender as pessoas com mais conforto e comodidade.
Para Bussinger, a questão do aumento dos carros na cidade, congestionando as principais vias e o centro da cidade, poderia ser melhorada com medidas restritivas, inibindo os motoristas a sair de casa com carro se o destino for o centro da cidade. As soluções apontadas foram à restrição do estacionamento nas ruas, e a diminuição de estacionamentos particulares, que certamente contribuiria para a diminuição de carros no centro e incentivaria a população a procurar outros meios de locomoção.
Bussinger é otimista, e lembra que na década de 60, a cidade vivia com um sério problema no trânsito, o que gerou a tomada de conseqüências como construção do Metrô e de corredores de ônibus, revolucionando os transportes na cidade e o modo como as pessoas viviam. Para ele, nos dias atuais, a cidade está próxima de tomar consciência que é preciso fazer uma nova revolução nos transportes, e transformar a cidade num lugar melhor para se viver.
"Do ponto de vista da engenharia e da arquitetura, não há muito o que se possa fazer para melhorar o trânsito, enquanto motos forem vendidas por prestações menores que a taxa de vale-transporte, e os carros tiverem prestações inferiores ao salário mínimo". Foi assim que Bussinger começou sua explanação, na entrevista coletiva dada aos estudantes do projeto repórter do futuro, na redação da Oboré, no último sábado (26).
O trânsito, apontado pelos estudantes como maior problema da cidade de São Paulo, tende a piorar a cada dia que passa. Com o aumento do crédito e a facilidade de pagamentos em longo prazo, cerca de mil carros novos entram em circulação nas ruas da cidade a cada mês, causando recordes de congestionamento, poluição e perda de qualidade de vida da população.
Além do aumento dos carros, o fluxo de caminhões que passa pela cidade também é um fator decisivo para o problema, porém não são os caminhões que estão na cidade para o abastecimento, transporte e serviços locais os maiores vilões, o problema maior são os veículos que cruzam a cidade apenas de passagem, vindo de outras cidades ou estados, com destinos que não sejam São Paulo.
Bussinger criticou a medida ventilada pelo prefeito Kassab, de proibir a circulação de caminhões na cidade durante o dia, pois tal medida prejudicaria o abastecimento e o desenvolvimento, o que poderia gerar diversos problemas, desde o aumento de preços de produtos transportados até o aumento do roubo de cargas, já que a circulação ocorreria apenas nas madrugadas. Os caminhões que circulam em São Paulo correspondem a apenas 3% do total da frota de veículos, contra 75% dos automóveis. Outra ressalva, é que se a restrição for aprovada, seria necessário fazer algumas exceções à regra, o que poderia acarretar em muitas exceções e a lei pode acabar não funcionando como planejada.
As sugestões apontadas para melhoria do trânsito são as mesmas que os paulistanos estão cansados de saber; melhorar o transporte coletivo, ampliação do Metrô, e criação de mais corredores de ônibus. Com mais corredores, a frota pode circular com mais velocidade, fazer maior número de viagens e atender as pessoas com mais conforto e comodidade.
Para Bussinger, a questão do aumento dos carros na cidade, congestionando as principais vias e o centro da cidade, poderia ser melhorada com medidas restritivas, inibindo os motoristas a sair de casa com carro se o destino for o centro da cidade. As soluções apontadas foram à restrição do estacionamento nas ruas, e a diminuição de estacionamentos particulares, que certamente contribuiria para a diminuição de carros no centro e incentivaria a população a procurar outros meios de locomoção.
Bussinger é otimista, e lembra que na década de 60, a cidade vivia com um sério problema no trânsito, o que gerou a tomada de conseqüências como construção do Metrô e de corredores de ônibus, revolucionando os transportes na cidade e o modo como as pessoas viviam. Para ele, nos dias atuais, a cidade está próxima de tomar consciência que é preciso fazer uma nova revolução nos transportes, e transformar a cidade num lugar melhor para se viver.
Redução da jornada de trabalho é tema do 1º de maio
Centrais sindicais do Brasil aproveitaram as comemorações do dia do trabalhador para lutar pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.
No feriado de primeiro de maio, dia do trabalhador, as centrais sindicais aproveitaram as festas organizadas em todo Brasil para os trabalhadores, e grande quantidade de pessoas reunidas, para discursar e defender a redução da jornada de trabalho no Brasil de 44 para 40 horas semanais.
A constituição brasileira prevê que o cidadão trabalhe 44 horas semanais, mas as centrais sindicais defendem a redução da jornada para 40 horas, sem redução de salários, e como uma forma de diminuir o desemprego e melhorar a qualidade de vida do trabalhador.
Segundo o Dieese (Departamento intersindical de estatística e estudo sócio econômico) a redução do tempo de trabalho poderia gerar 2,2 milhões de novas vagas de emprego, para ocupar o tempo ocioso das fabricas.
Para o especialista em movimentos trabalhistas José Luís Del Roio, o Brasil deve seguir os exemplos de países Europeus como a Alemanha e a França, onde a carga horária foi reduzida para 32 e 35 horas semanais respectivamente, e as fábricas não tiveram prejuízos em produtividade. Segundo Del Roio, um operário da Volkswagen alemã é mais produtivo do que um operário da mesma montadora no Brasil, pelo fato de estar mais descansado, e com isso poder se concentrar melhor em suas tarefas.
Na celebração do dia mundial em memória das vítimas de acidentes de trabalho, 28 de abril, em ato nas escadarias do teatro municipal, foram lembrados os dados da secretaria de Saúde do estado de São Paulo, onde morrem a cada ano cerca de 10 mil pessoas vítimas de acidentes de trabalho, o mesmo que a queda de um boeing a cada 2 semanas. Para os organizadores do ato, a redução da jornada também é um meio de se reduzir o número de acidentes de trabalho.
A CUT e a Força Sindical estão unidas para a coleta de cinco milhões de assinaturas favoráveis à medida, como forma de pressionar o congresso nacional a aprovar a mudança na constituição diminuindo as horas semanais de trabalho. Para as centrais, a coleta de assinaturas foi um sucesso, e pretendem concluir em breve este trabalho para encaminhar ao congresso anexado ao projeto de redução.
Opositores
Opositores da medida, como o professor da USP José Pastore, apontam um estudo que mostrou que na constituição de 1988, quando foi reduzido de 48 para 44 horas de trabalho por semana, não houve aumento no número de postos de trabalho.
Pastore diz que não haverá transformação no cenário apenas com a mudança na constituição, é necessário um diálogo entre a classe trabalhadora e as entidades patronais, para que se possa diminuir a jornada sem diminuir a produtividade.
Para o professor da USP, caso não seja levado em conta a produtividade, a redução irá aumentar o custo da hora de trabalho, podendo levar a automatização de setores e consequentemente o aumento do preço dos produtos fabricados para o consumidor final.
São Paulo, 1 de maio de 2008
No feriado de primeiro de maio, dia do trabalhador, as centrais sindicais aproveitaram as festas organizadas em todo Brasil para os trabalhadores, e grande quantidade de pessoas reunidas, para discursar e defender a redução da jornada de trabalho no Brasil de 44 para 40 horas semanais.
A constituição brasileira prevê que o cidadão trabalhe 44 horas semanais, mas as centrais sindicais defendem a redução da jornada para 40 horas, sem redução de salários, e como uma forma de diminuir o desemprego e melhorar a qualidade de vida do trabalhador.
Segundo o Dieese (Departamento intersindical de estatística e estudo sócio econômico) a redução do tempo de trabalho poderia gerar 2,2 milhões de novas vagas de emprego, para ocupar o tempo ocioso das fabricas.
Para o especialista em movimentos trabalhistas José Luís Del Roio, o Brasil deve seguir os exemplos de países Europeus como a Alemanha e a França, onde a carga horária foi reduzida para 32 e 35 horas semanais respectivamente, e as fábricas não tiveram prejuízos em produtividade. Segundo Del Roio, um operário da Volkswagen alemã é mais produtivo do que um operário da mesma montadora no Brasil, pelo fato de estar mais descansado, e com isso poder se concentrar melhor em suas tarefas.
Na celebração do dia mundial em memória das vítimas de acidentes de trabalho, 28 de abril, em ato nas escadarias do teatro municipal, foram lembrados os dados da secretaria de Saúde do estado de São Paulo, onde morrem a cada ano cerca de 10 mil pessoas vítimas de acidentes de trabalho, o mesmo que a queda de um boeing a cada 2 semanas. Para os organizadores do ato, a redução da jornada também é um meio de se reduzir o número de acidentes de trabalho.
A CUT e a Força Sindical estão unidas para a coleta de cinco milhões de assinaturas favoráveis à medida, como forma de pressionar o congresso nacional a aprovar a mudança na constituição diminuindo as horas semanais de trabalho. Para as centrais, a coleta de assinaturas foi um sucesso, e pretendem concluir em breve este trabalho para encaminhar ao congresso anexado ao projeto de redução.
Opositores
Opositores da medida, como o professor da USP José Pastore, apontam um estudo que mostrou que na constituição de 1988, quando foi reduzido de 48 para 44 horas de trabalho por semana, não houve aumento no número de postos de trabalho.
Pastore diz que não haverá transformação no cenário apenas com a mudança na constituição, é necessário um diálogo entre a classe trabalhadora e as entidades patronais, para que se possa diminuir a jornada sem diminuir a produtividade.
Para o professor da USP, caso não seja levado em conta a produtividade, a redução irá aumentar o custo da hora de trabalho, podendo levar a automatização de setores e consequentemente o aumento do preço dos produtos fabricados para o consumidor final.
São Paulo, 1 de maio de 2008
Vereador critica método das AMAs em São Paulo
O vereador de São Paulo pelo PT, Carlos Neder, criticou o método utilizado pela prefeitura paulista no atendimento a saúde dos cidadãos. Para o vereador, as AMAs (Assistência Médica Ambulatorial) prestam apenas um serviço parcial, que em muitos casos não resolvem o problema dos pacientes.
Para o vereador, quando um paciente está passando mal e vai a uma AMA, ele recebe apenas um tratamento curativo, sem um exame mais detalhado ou aprofundado, com médicos especialistas, outra deficiência do sistema é que os pacientes não têm um prontuário médico na unidade, com seu histórico de consultas, ou seja, cada vez que o cidadão vai à unidade ele é tratado como um novo paciente.
Atualmente as AMAs ocupam grande parte dos postos de saúde da cidade, diminuindo o atendimento especializado dando lugar ao pronto atendimento.
Outra crítica de Neder é a falta de transparência dos gastos municipais com essas unidades, não se sabe de onde vêm esses recursos e nem de quanto tem sido a participação do governo estadual e federal no custeio desse serviço.
Propaganda
Utilizada como principal bandeira eleitoral de Serra e Kassab na Saúde, foi gasto R$ 1,2 milhão em propaganda no primeiro trimestre de 2008. O montante é igual a tudo que a prefeitura gastou em obras de novas unidades de saúde no mesmo período. Tal constatação tem base nos dados da Prefeitura, apresentados pelo secretário-adjunto de Saúde, Ailton Lima, em audiência realizada na Câmara Municipal.
Pouca eficiência
Quando criadas, a justificativa era de que desafogaria os pronto-socorros e hospitais públicos, mas na prática não foi isso que aconteceu, em 2007, o número de consultas nas AMAs cresceu 161%, chegando a 3,7 milhões.
No restante da rede as consultas urgência e emergência caíram apenas 9%, caindo de 4 milhões para 3,6 milhões. Com base nestes dados, Neder questiona o porquê de gastar tanto com as AMAs, mesmo elas dando baixo retorno nesta questão.
Para o vereador, quando um paciente está passando mal e vai a uma AMA, ele recebe apenas um tratamento curativo, sem um exame mais detalhado ou aprofundado, com médicos especialistas, outra deficiência do sistema é que os pacientes não têm um prontuário médico na unidade, com seu histórico de consultas, ou seja, cada vez que o cidadão vai à unidade ele é tratado como um novo paciente.
Atualmente as AMAs ocupam grande parte dos postos de saúde da cidade, diminuindo o atendimento especializado dando lugar ao pronto atendimento.
Outra crítica de Neder é a falta de transparência dos gastos municipais com essas unidades, não se sabe de onde vêm esses recursos e nem de quanto tem sido a participação do governo estadual e federal no custeio desse serviço.
Propaganda
Utilizada como principal bandeira eleitoral de Serra e Kassab na Saúde, foi gasto R$ 1,2 milhão em propaganda no primeiro trimestre de 2008. O montante é igual a tudo que a prefeitura gastou em obras de novas unidades de saúde no mesmo período. Tal constatação tem base nos dados da Prefeitura, apresentados pelo secretário-adjunto de Saúde, Ailton Lima, em audiência realizada na Câmara Municipal.
Pouca eficiência
Quando criadas, a justificativa era de que desafogaria os pronto-socorros e hospitais públicos, mas na prática não foi isso que aconteceu, em 2007, o número de consultas nas AMAs cresceu 161%, chegando a 3,7 milhões.
No restante da rede as consultas urgência e emergência caíram apenas 9%, caindo de 4 milhões para 3,6 milhões. Com base nestes dados, Neder questiona o porquê de gastar tanto com as AMAs, mesmo elas dando baixo retorno nesta questão.
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